quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Cinco alimentos que podem salvar o mundo.



Veja os que os cientistas estão fazendo para criar alimentos capazes de transformar a vida de milhares de pessoas.

Por Ellie Rose




Apesar da ajuda estrangeira, das remessas de comida e do comércio justo, uma em cada seis pessoas no mundo ainda passa fome todos os dias. E o crescimento populacional leva a calcular que a demanda de alimentos aumentará uns 40% nos próximos 20 anos. Mas há boas notícias. Há décadas, os cientistas traba­lham para criar alimentos que promovam a saúde, vençam o aquecimento global, sobrevivam a secas e, ao mesmo tempo, transformem milhões de vidas. Agora, algumas inovações brilhantes começam a aparecer...

Arroz Mergulhador

Imagina passar meses trabalhando, semeando e cuidando da plantação para alimentar a família de 22 pessoas e ver tudo ir por água abaixo. Foi por essa adversi­dade que Mostafa Kamal passou. Durante quatro de cada cinco anos, o agricultor do distrito de Rangpur, em Bangla­desh, perdeu muitos pés de arroz com as inun­dações. Dois dos seis hectares de sua fazenda alagavam com tanta fre­quência que ele deixou de usá-los. E este não é um caso isolado. Quatro milhões de toneladas de arroz – o suficiente para alimentar 30 milhões de pessoas – se perdem todo ano com inunda­ções só em Bangladesh e na Índia.



Mas isso pode se tornar coisa do passado. Os cientistas do Insti­tuto Internacional de Pesquisa do Arroz, nas Filipinas, desenvolveram um arroz “mergulhador” que sobrevive até a duas semanas de imersão completa.

É claro que a plan­tação de arroz é feita debaixo d’água. Mas as sementes crescem muito rápido, logo lan­çando brotos para que encontrem a luz do sol. Isso exige muita energia e, se as plantas perma­necerem submersas mais do que alguns dias, os pés morrem. O tru­que do arroz que resiste a inundações é adorme­cer caso fique tempo demais coberto por água e só voltar a cres­cer quando for possível chegar rapidamente à superfície.

Os pesquisadores que criaram esse arroz isolando o gene que dá tolerância a inundações, uma variedade muito resistente mas cuja produção é baixa demais para uso comercial. Depois, transferiram o gene para novas “megavariedades” de elevada produção, com grão de boa qualidade e resistência a pragas.

Apos três anos de testes no sul da Ásia, a primeira li­nhagem de arroz resistente a inundações foi liberada em fevereiro de 2009. Agora os cientistas tentam criar mais variedades adap­tadas a outros ambientes.

Essa inovação levou 30 anos para ser elaborada. O Dr. David Mackill, do Instituto Internacional de Pesquisa do Arroz, seu principal desenvolvedor, tentou criar um arroz como esse na década de 1980, mas a ciência ainda não estava suficientemente avançada, e o resultado tinha um sabor horrível. Mas a perseverança rendeu frutos. Mostafa foi um dos fazendeiros que testou as sementes resistentes a inundações, viu a safra au­mentar 50% e diz que isso mudou sua vida. “Dois hec­tares a mais [de produção] é um grande salto.”

Espera-se que até 2021 o arroz esteja à disposição de aproximadamente 18 milhões de famílias de agricultores nos países em desenvolvimento.

Melão-de-São-Caetano
Costumamos associar o diabetes tipo 2 aos ocidentais obesos, mas 80% dos 285 milhões de diabéticos do mundo todo vivem em países de média ou baixa renda.

Nos países que se de­senvolvem rapidamente, como a Índia e a China, onde há poucas in­formações sobre saúde, os moradores estão engordando por comer carne e fast­‑food demais sem fazer exercí­cios suficientes. Enquanto isso, na África subsaariana e na Oceania o con­sumo de alimentos amiláceos básicos leva à ingestão de calorias demais e de poucos nu­trientes. O uso da insulina pode controlar o diabetes, mas, em alguns lugares, o tratamento anual de uma só pessoa pode custar 75% da renda média.

Entra em cena um fruto amargo e verrugoso. O melão­‑de­‑são­‑caetano, usado em molhos e refogados, contém nível elevado de carantina, que aumenta a sensibilidade à insulina, e compostos que ativam a AMPc, que regula a absorção de glicose. Ele também contém uma forma de lectina (proteína que se liga ao açúcar) que baixa a glicose no sangue e reduz o apetite. Em 2007, o Ministério da Saúde filipino verificou que uma porção do fruto tem efeito semelhante a uma dose diária de glibenclamida, um
medicamento antidiabético.

Os cientistas do Centro Mundial de Mortaliças, sediado em Taiwan, estão fazendo expe­riências com 280 variedades do fruto – que cresce nos trópi­cos e subtrópicos – para produzir uma supervariedade com máximo efeito antidiabético. O centro espera disponibilizar essa variedade para o mercado daqui a cinco ou oito anos.

Feijão Moiashi

O feijão moyashi (também conhecido como feijão-mungo e feijão-da-índia) tem papel fundamental na alimentação de populações vulnerá­veis do sul da Ásia.

“Mulheres e crianças correm risco maior porque não costumam ocupar posição muito alta na sociedade, e assim os homens comem primeiro e elas ficam com os restos”, diz a Dra. Jacqueline Hughes, vice-diretora do Centro Mundial de Hortaliças. “Faltam micronutrientes na sua alimentação, e elas adoecem. Em cada 15 crianças do sul da Ásia, uma morre antes dos 5 anos.”

A deficiência de ferro, que provoca anemia e até crescimento retardado, é uma grande preocupação, e o moiashi é riquíssimo nesse mineral. Mas, até re­centemente, os agricultores relutavam em plantá-lo porque ele leva até 110 dias para crescer, e a produção é baixa. Suas vagens também são muito frágeis e se quebram com facilidade.

Mas, na década de 1970, o centro viu a possibilidade de melhorar o feijão. Agora, vários cruzamentos criaram, finalmente, plantas de moiashi com processo de maturação de 55 dias, boa produção e vagens mais fortes que crescem no alto da planta para facilitar a colheita. As novas sementes foram distribuídas entre 1,5 milhão de agricul­tores de toda a Ásia, resultando num aumento de produção de 35%.

“O feijão também é muito gostoso”, diz a Dra. Hughes, que realiza oficinas culinárias em comunidades indianas para demonstrar o potencial do pro­duto. “Minha receita favorita é o dhuli mung dahl.”

Bananas resistentes a pragas

A banana é um alimento fundamental em toda a África subsaariana e também fonte de renda importantíssima para cerca de 50 milhões de pequenos produtores do planalto da África Oriental e da região dos Grandes Lagos.

Mas, em 2001, o surto de uma nova doença, a murcha bacteriana da banana causada pela Xantho­monas (conhecida pela sigla em inglês BXW), dei­xou em Uganda um rastro de miséria e destruição que se espalhou para o Congo, Quênia, Ruanda e Tanzânia. A doença, que faz a bananeira murchar e torna o fruto não comestível, reduziu a renda de muitos agricultores e lan­çou na miséria milhares de famílias ugandenses.

E ela continua a atacar, provocando anualmente meio bilhão de dólares de prejuízos na África.

A resposta? Uma superbanana.
Nenhuma banana comum consegue resistir à BXW e não há agente bioquímico para combatê-la. Assim, o Instituto Internacional de Agricultura Tropical, sediado na Nigéria, e a Organização Nacional de Pesquisa Agrí­cola, de Uganda, inseriram material genético do pimen­tão – eficaz na manipulação genética de arroz resistente a pragas – numa variedade de banana.

As proteínas do material injetado matam rapidamente as células que entram em contato com a bactéria da doença, impedindo que se dissemine. Agora os cientistas reali­zam experiências em campo. Se tiverem sucesso, daqui a três anos a nova variedade estará à disposição dos agricultores.

Milho resistente a secas

A mudança climática está se tornando uma re­alidade assustadora em muitas regiões do mundo. O Programa de Desenvol­vimento da ONU prevê que até 2050 as secas reduzirão em 10% a produção de mi­lho da África (que alimenta 300 milhões de seus habi­tantes mais pobres).

Mas o Grupo Consultivo de Pesquisa Agrícola Inter­nacional, em Montpellier, na França, e o Centro Inter­nacional de Melhoramento de Milho e Trigo, sediado no México, misturaram e cruzaram numerosas amos­tras de bancos genéticos internacionais para criar di­versas variedades de milho que não são afetadas pela falta de chuva.

Philip Ngolania, pequeno produtor de machakos, no Quênia, plantou algumas sementes de alta tecnologia em fevereiro deste ano. O Quênia passa pela pior seca da década, e a safra do milho vem sofrendo quebra total; mas esse cultivo de um terço de hectare pro­duziu 360 kg. “Essa colheita alimentará minha família durante nove meses”, diz ele. “Sem a nova semente, eu não teria nada, como os meus vizinhos.”

O milho resistente a secas deve aumentar em até 30% a produção de cerca de 40 milhões de agricultores.

Fonte: Seleções Reader's Digest

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Receitas: Tudo Fácil......

Merluza a Portuguesa

-1 kg de merluza
-8 batatas médias
-azeite de oliva a gosto
-3 tomates maduros
-1 cebola grande
-1 pimentão vermelho
-1 pimentão amarelo
- azeitonas verdes picadas
-ovos cozidos a gosto
-salsinha, cebolinha a gosto

Modo de Preparo:

Corte as batatas em rodelas não muito grossa e cozinhe (al dente), corte os pimentões em rodelas e coloque na panela na mesma água que cozinhou a batata e deixe dar uma murchada, faça a mesma coisa com a cebola (tudo separado)
Em um refratário untado com azeite, faça camadas de cebola,tomates as batatas o peixe os pimentões, azeitonas, tempere com sal, e reque com azeite. Repita o processo e finalize com os ingredientes que restarem, salpique salsinha,cebolinha, e regue novamente com o azeite e leve ao forno por cerca de 1 hora ou até que o peixe esteja cozido. Retire do forno enfeite com os ovos cozidos e sirva com arroz branco e uma salada de brócolis cozida no vapor e regada com azeite extra virgem.
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Uma dica legal.
Parece bacalhau, só que mais barato, usei para fazer a merluza a portuguesa.

Bacalhau genérico.

- 1 kg de merluza
- 3 colheres(sopa) bem cheia de sal
- 1 litro de água

Ferva por 10 minutos na água com sal a merluza, escorra e arrume os filés na assadeira, não pode ficar uma em cima da outra, leve a geladeira descoberta de um dia para o outro.
Está pronto o bacalhau genérico, agora é só usar na receita de sua preferência.

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Macarrão Cremoso Muito Fácil.

500 gr - macarrão (pene/parafuso/gravatinha)
01 - lata de pomarola
01 - lata de atum
01 - lata de creme de leite com soro
03 - tabletes de caldo de (carne/legumes/bacon)
01 - lata de milho verde
01 - litro de água

Modo de Preparo:

Na panela de pressão coloque a água e todos os ingredientes, menos o macarrão e mexa bem.
Quando a água estiver fervendo acrescente o macarrão e tampe a panela.
Quando a panela começar a ferver(chiar), marque 4 a 5 minutos e está pronto, pode destampar e saborear que é muito gostoso.

Dica: você pode substituir o atum por presunto picado e mussarela, mas o queijo só acrescente depois que destampar a panela, mexa bem e sirva bem quente.

Obs: Acho esta macarronada muito pratica, é para quem está sem tempo, e também para quem não sabe ou não gosta de cozinhar....
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Enrolado de Presunto e Batata.

Você vai precisar de:

A quantidade depende de quantas pessoas vão comer.(pode calcular mais de 2 por pessoa, porque fica bom de mais.)
Obs: compre o presunto e a mussarela com fatias grandes e não muito finas.
- batata cozida e espremida temperada a gosto.(bem firme)
- presunto fatiado o quanto baste
- mussarela fatiada o quanto baste
- molho de tomate (pomarola)
- queijo parmesão ralado

Modo de fazer:

Cozinhe a batata esprema e tempere a gosto.(tem que estar firme)
Peque uma fatia de presunto, coloque uma de mussarela em cima do presunto, coloque um pouco do purê, e enrole como um canelone.
Num refratário que vai ao forno coloque um pouco de molho no fundo e vá colocando os rolinhos de presunto recheado.
Coloque bastante molho em cima dos rolinhos polvilhe com queijo parmesão ralado e leve ao forno.(10 a 15 minutos), ou até que o queijo tenha derretido e o molho estar bem quente.

OBS: Você poderá usar molho branco no lugar do vermelho.

Sugestão: Servir com arroz branco, uma salada de folhas verdes com tomate cereja.
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Omelete "Poché"

Preciso de:

3 - ovos
mussarela ralada
fatias de mussarela
2 - copos de água (+/-)
orégano
sal
Temperos a seu gosto

Como preparar:

Numa frigideira coloque a água para ferver.
Bata os ovos, coloque a mussarela, sal e orégano.
Jogue tudo na água fervendo sem mexer, quando estiver cozido, escorra para ficar bem seca, ainda quente coloque fatias de mussarela em cima da omelete.

Obs: como fazer! é do seu jeito, os ingredientes você pode variar como quiser, a quantidade desta é apenas uma sugestão.
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Feijão Tropeiro muito simples.

500 g de feijão cozido(não muito)
200 g de linguiça calabresa
200 g de lombinho defumado
50 g de bacon
01 cebola pequena ralada
Cheiro verde
02 dentes de alho amassados
Pimenta
Sal a gosto
Farinha de mandioca

Modo de Preparo

Frite o bacon, a linguiça, o lombinho com a cebola e o alho.
Junte o feijão sem o caldo e refogue por alguns tempo.
Coloque o restante dos temperos e a quantidade de farinha de mandioca até a consistência desejada.

Sirva com: couve picada e revogada e ovo frito.

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Filé de peixe na panela de pressão (rapidinho)

1 kg de filé de peixe
3 cebolas em rodelas
1 lata de molho de tomate pronto (pomarola)
250 ml de leite de coco
cheiro verde a gosto

Modo de preparo:

Tempere os filés de peixe (sal,limão,vinagre, pimenta do reino e sal) deixe marinar.
Coloque na panela de pressão o molho, o filé de peixe, a cebola e tampe a panela, quando pegar pressão (começar a chiar) conte 7 minutos e desligue a panela, deixe terminar a pressão, abra e acrescente o leite de coco e o cheiro verde.

Sugestão de acompanhamento: arroz branco, batata palha e uma salada bem caprichada a seu gosto.
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Estrogonofe de Domingo

1/4 de xícara (chá) de manteiga
1 cebola grande ralada
1 kg de filé cortado em tiras
1 1/2 xícara (chá) de champignom fatiado
1/2 cubo de caldo de carne/bacon
1 1/2 xícara (chá) de ketchup
1 colher (sopa) de mostarda
1/2 xícara (chá) de água
1 lata de creme de leite sem soro

Modo de preparo:

Em uma panela, aqueça a manteiga em fogo médio e frite a cebola a carne por uns 10 minutos. Acrescente o champignon, o caldo e misture até dissolver. Junte o ketchup, a mostarda, a água e cozinhe em fogo baixo por uns 5 minutos. Desligue o fogo coloque o creme de leite e misture.

Acompanhamento: arroz branco,batata palha e uma salada de brócolis cozida no vapor.

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Vaca atolada

1 colher (sopa) de óleo
500 g de costela de boi em pedaço
3 dentes de alho amassados
1 cebola cortada em pedaços grandes
Sal, cheiro verde, pimenta malagueta seca a gosto
2 xícaras (chá) de água
300 g de mandioca limpa e cortada em quatro partes

Modo de preparo:

Em uma panela de pressão. aqueça o óleo em fogo médio, acrescente a costela, o alho e frite até dourar levemente.
Adicione a cebola, tempere com sal, pimenta e refogue por mais 5 minutos. Coloque parte da água até que metade da costela fique coberta. Cozinhe por 15 minutos em fogo baixo, depois de iniciada a pressão. Deixe a pressão sair naturalmente, acrescente a mandioca, o restante da água e cozinhe por mais uns 15 minutos, depois que começar a chiar.
Deixe a pressão sair e volte ao fogo baixo para engrossar o caldo, acrescente o cheiro verde e sirva.
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Curau de milho (lata)

2 latas de milho verde ( sem a água)
1/2 xícara de chá de açúcar
400 ml de leite
200 ml de leite de coco
Canela em pó a gosto

Modo de fazer:

Bata o milho com o açúcar no liquidificador, o leite e o leite de coco.
Passe a mistura pela peneira, apertando bem o bagaço. Coloque o líquido em uma panela, leve ao fogo baixo e, sem para de mexer, deixe cozinhar até ficar cremoso. Despeje em forminha refratárias e salpique a canela em pó.

Sirva quente ou gelada
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Filé de merluza Nápoles.

4 files de merluza
suco de 1/2 limão
1 colher (chá) de sal
1 ovo batido
1 xícara (chá) de farinha de rosca
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 cebola picada
1 xícara (chá) de molho de tomate (pomarola)
1/2 xícara (chá) de azeitonas picadas (pretas)
manjericão
óleo para untar

Modo de preparo

Tempere os filés com limão e sal.
Escorra o excesso de liquido, passe os filés pelo ovo e farinha de rosca, empane bem.
Distribua em uma assadeira untada com óleo e leve ao forno por 15 minutos até dourar, virando na metade do tempo.
Em uma panela, leve ao fogo médio o azeite e frite a cebola até murchar.
Adicione o molho de tomate, as azeitonas, manjericão e cozinhe por uns 8 minutos em fogo médio.
Tire o peixe do forno, arrume em uma travessa e despeje o molho por cima.

Sirva com: arroz branco, batata palha e uma bela salada a seu gosto.
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Costela na Panela de Pressão sem Água.

Ingredientes

1 kg de costela de boi meio magra
1 tablete de caldo de carne

Modo de preparo:

Ponha a costela e o caldo na panela de pressão, espere abrir fervura e deixe cozinhar por 10 minutos (não precisa água)
Abra a panela e mexa, para que o caldo misture com a costela.
Feche a panela e deixa abrir fervura novamente e deixa cozinhar por 20 minutos. Pronto retire e é só servir.

Obs: Atenção na hora do preparo vai cheirar queimado, isto é normal a costela tem que ser magra, para parecer churrasco, se for gorda junta muita água e fica parecendo cozida.

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Picanha na panela de pressão.

Ingredientes:

1 peça de picanha
1 cerveja preta
1 molho de tomate
1 pacote de sopa de cebola
alho a vontade

Modo de preparo:

Frite o alho e após coloque as cebolas raladas até ficarem douradas. Coloque a picanha com a gordura virada para baixo.
Deixe-a nessa posição até ficar bem dourada, vire e faça o mesmo do outro lado.
Adicione o creme de cebola, o molho e tomate e a cerveja preta, tempere a gosto e tampe a panela de pressão.
Depois que começar a pressão, marque 60 minutos, retire e agora é só saborear.
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Carne de panela de pressão.

Ingredientes:

1 kg de carne (acém, patinho, lombo de porco)
8 cebolas grandes cortadas em rodelas
3 cubos de caldo de carne/bacon

Modo de preparo:

Forrar o fundo da panela de pressão com metade das cebolas, desfazer um cubo de carne e colocar por cima das cebolas, adicionar a carne, por cima desfazer outro cubo de carne, cobrir a carne com o restante das cebolas e desfazer o outro cubo em cima das cebolas.
Fechar a panela pressão, sem adicionar água, deixar mais ou menos uns 25 minutos, abrir a panela, verificar se a carne está mole, senão deixar mais uns 10 minutos.
Está pronta uma carne saborosa, prática e rápida de fazer.
Se quiser pode, depois da carne pronta adicione umas batatas em rodelas e deixar por mais uns 10 minutos no fogo.

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Picanha no avesso

Ingrediente:

1 picanha não muito gorda
bacon fatiado bem fininho
sal grosso e papel alumínio

Modo de preparo:

Se a picanha for muito gorda desbaste a gordura deixando uma camada de aproximadamente 1,5 cm de altura.
Com uma faca afiada risque a gordura no sentido transversal e longitudinal formando quadrinhos sem ferir a carne.
Passe sal grosso.
Faça um corte de forma que a picanha fique parecendo um coador, tomando o cuidado de não ferir as bordas, vire para que a parte da gordura fique dentro, passe sal grosso, recheie com o bacon fatiado.
Cubra com papel alumínio (parte brilhante para o lado da carne), leve ao forno médio 200º c por duas horas.
Retire o papel alumínio e deixe dourar por 15 minutos.

Aposto que você nunca provou nada igual.......
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